Na ultima segunda-feira, 10, a equipe do projeto “pirada”, em parceria com a Secretaria do Estado de Educação do Amazonas (Seduc), deu inicio a mais um ciclo de oficinas no município de Tefé. As atividades fazem parte do 2º ciclo de oficinas educativas do projeto “pirada”. As oficinas tem a finalidade de divulgar o resultados das pesquisas do projeto, em escolas de nove municípios do Estado do Amazonas. Estas cidades estão localizadas ao longo dos rios Solimões (Tabatinga, Tefé, Careiro da Várzea, Cacau Pirera, Iranduba, Manaus e Itacoatiara), Juruá (Eirunepé), Purus (Boca do Acre) e Madeira (Manicoré), onde a atividade pesqueira de bagres migradores é mais intensa.
O objetivo do projeto é estudar a genética populacional dos grandes Bagres Migradores da região – Piramutaba, Piraíba e a Dourada. Entre essas espécies ocorre uma das maiores migrações para peixes de água doce do mundo. Uma pequena parte do nome de cada espécie originou o título do projeto (PIRA de PIRAmutaba e PIRAíba e ADA de dourADA).O ciclo de oficinas educativas é uma atividade que visa promover uma interatividade entre o Inpa e a comunidade escolar. O projeto conta com recursos da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).
Para as escolas, foi elaborada uma programação didática especial, com a finalidade de integrar a diversão ao aprendizado. Além das oficinas, também foi feita uma demonstração de extração de DNA caseiro com frutas. Mas a grande sensação foi o Jogo Piradados.
O “Piradados” é um jogo desenvolvido pelo Laboratório Temático de Biologia Molecular (LTBM), no qual são utilizadas informações científicas, de maneira didática, levantadas pelo projeto “Pirada”, voltado ao estudo dos grandes bagres migradores da Amazônia. O jogo apresenta aos estudantes, de maneira descontraída, como os bagres realizam seu ciclo de vida na Amazônia, além de ser uma ferramenta importantíssima no processo de difundir as informações sobre a genética dos bagres migradores.
Fonte: Tatiana Dias
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O objetivo do projeto é estudar a genética populacional desses peixes, que são as maiores espécies migratórias de água doce do mundo. Para completar seu ciclo de vida, eles percorrem até cinco mil quilômetros, passando por rios de cinco países amazônicos, até chegar na região dos Andes no Peru.
A pesquisadora Kyara Formiga diz que, desde 1999, é feita a identificação e caracterização genética de estoques pesqueiros. De acordo com ela, o estudo é de fundamental importância não só para melhor entender o ciclo de vida, mas também para subsidiar planos de conservação e manejo destas espécies.
Desde o início da década de 70 vem ocorrendo a pesca intensiva dessas espécies. Até então, poucas ações foram elaboradas para regulamentar a pesca, comprometendo o estoque destes peixes. Estudos científicos sugerem que três espécies já estão em sobrepesca.
Jogo
Paralelo a este trabalho, o Inpa também mostra, até domingo (26), na Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, o jogo interativo Piradados, voltado ao público estudantil de ensino fundamental e médio. Desde 2005, o jogo que é utilizado em oficinas educativas, reúne informações simplificadas sobre genética, ecologia, pesca e migração dos bagres na Amazônia e países fronteiriços.
Deográcia Pinto - Assessoria de Comunicação do MCT
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A equipe do projeto “Pirada”, em parceria com a Secretaria do Estado de Educação do Amazonas (Seduc), chega aos municípios de Careiro da Várzea (distante de Manaus a 22 km) e Eirunepé (a 1.150 km), para realizar 2º ciclo de oficinas educativas sobre os “Grandes Bagres Migradores da Amazônia”. As oficinas tem a finalidade de apresentar os resultados das pesquisas do projeto Pirada, que estuda a genética, o manejo e a conservação dos bagres migradores (Piramutaba, Piraíba e Dourada) a estudantes de escolas estaduais em nove municípios no interior do Amazonas.
No período de 01 ª 03 de outubro a Escola Estadual Coronel Fiúza, no Careiro da Várzea, e de 02 a 04 de outubro a Escola Estadual Nossa Senhora das dores, em Eirunepé, participarão das atividades do ciclo de oficinas. Para as escolas, foi elaborada uma programação didática especial, a fim de integrar a diversão ao aprendizado. Além das oficinas, os resultados das pesquisas também serão apresentados aos alunos por meio da aplicação do jogo “Piradados”.
O “Piradados” é um jogo desenvolvido pelo Laboratório Temático de Biologia Molecular (LTBM), no qual são utilizadas informações científicas, de maneira didática, levantadas pelo projeto “Pirado”, voltado ao estudo de grandes bagres migradores da Amazônia. O jogo apresenta aos estudantes, de maneira descontraída, como os bagres realizam seu ciclo de vida na Amazônia, além de ser uma ferramenta importantíssima no processo de transmitir as informações sobre a genética dos bagres migradores. O projeto conta com recursos da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).
No ultima quarta-feira, 24, foram realizadas oficinas em duas escolas estaduais do município Boca do Acre. Na próxima semana a equipe do pirada estará nos municípios Tefé e Tabatinga.
Confira as fotos:
]]>O objetivo do projeto é estudar a genética populacional dos grandes Bagres Migradores da região – Piramutaba, Piraíba e a Dourada. Entre essas espécies ocorre uma das maiores migrações para peixes de água doce do mundo. Uma pequena parte do nome de cada espécie originou o título do projeto (PIRA de PIRAmutaba e PIRAíba e ADA de dourADA).O ciclo de oficinas educativas é uma atividade que visa promover uma interatividade entre o Inpa e a comunidade escolar.
A equipe do “pirada” visitará escolas estaduais de nove municípios do interior do Estado do Amazonas. Estas cidades estão localizadas ao longo dos rios Solimões (Tabatinga, Tefé, Careiro da Várzea, Cacau Pirera, Iranduba, Manaus e Itacoatiara), Juruá (Eirunepé), Purus (Boca do Acre) e do rio Madeira (Manicoré) onde a atividade pesqueira dos grandes bagres migradores está presente mais intensamente.
Para as escolas, foi elabora uma programação didática especial, com a finalidade de integrar a diversão ao aprendizado. Além das oficinas, os resultados das pesquisas também serão apresentados aos alunos por meio da aplicação do jogo Piradados. Desenvolvido pelo projeto, o jogo apresenta aos estudantes, de maneira descontraída, como os bagres realizam seu ciclo de vida na Amazônia. O Piradados tem sido uma ferramenta importantíssima no processo de difundir as informações sobre a genética dos bagres migradores obtidas pelo projeto “Pirada”, através de um método divertido, os estudantes aprendem brincando como ocorre a migração destes peixes.
]]>Entre essas espécies ocorre uma das maiores migrações para peixes de água doce do mundo. Uma pequena parte do nome de cada espécie riginou o título do projeto (PIRA de PIRAmutaba e PIRAíba e ADA de dourADA).O ciclo de oficinas do projeto é uma atividade que visa promover uma interatividade entre o Inpa e a comunidade escolar.
Durante o período de 24 de setembro a 23 de outubro, em parceria com a Secretaria do Estado de Educação do Amazonas (Seduc), o ciclo de oficinas visa divulgar as ações do projeto “Pirada” em escolas de nove municípios do interior do Estado do Amazonas. Estas cidades estão localizadas ao longo do rio Solimões (Tabatinga, Tefé, Careiro da Várzea, Cacau Pirera, Iranduba, Manaus e Itacoatiara), do rio Juruá (Eirunepé), do rio Purus (Boca do Acre) e do rio Madeira (Manicoré) onde a atividade pesqueira dos grandes bagres migradores está presente mais intensamente.
Para as escolas, foi elabora uma programação didática especial, com a finalidade de integrar a diversão ao aprendizado. Além das oficinas, os resultados das pesquisas também serão apresentados aos alunos por meio da aplicação do jogo Piradados. Desenvolvido pelo projeto, o jogo apresenta aos estudantes, de maneira descontraída, como os bagres realizam seu ciclo de vida na Amazônia. O Piradados tem sido uma ferramenta importantíssima no processo de difundir as informações sobre a genética dos bagres migradores obtidas pelo projeto “Pirada”, através de um método divertido, os estudantes aprendem brincando como ocorre a migração destes peixes.
O projeto conta com recursos da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).
Os interessados no ciclo de oficinas podem entrar em contato por meio do telefone: (92) 3643- 3347, ou pelo site: http://www.pirada.org. A abertura do evento ocorrerá no próximo dia 23 de setembro no bosque da ciência, localizado na Av.André Araújo, nº2936, Petrópolis.
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